Redação 7177

Terceirizações: autofagia dos direitos trabalhistas.

Coesão de trabalho sendo rompida, horas a mais de trabalho com mesmo ganho, solipsismo dos órgãos públicos. As terceirizações, dessa forma, perpetuam um ambiente de trabalho descontinuo além de imoral para o trabalhador. Fato fúnebre mesmo após anos de conquistas trabalhistas.

Em primeiro plano, é válido destacar a solidariedade orgânica de Émile Durkheim, que aborda a coesão social, a qual apenas é garantida através da obediência as normas jurídicas estabelecidas. Nessa perspectiva, anos de luta do proletariado foram necessários a fim de haver tais normas trabalhistas, como por exemplo: 8 horas de trabalho diário. Por consequência, terceirizar representaria um rompimento da coesão do trabalho, pois desobedece as normas estabelecidas.

Outrossim, o sociólogo Karl Marx teorizou a mais-valia, que consiste no lucro obtido pelo patrão sobre as horas de trabalho a mais do que prevista. Dessa forma, terceirizar representa uma exploração exacerbada dos burgueses, tendo em vista que tal medida visa à diminuição de gastos e foca apenas nas questões de negócio. Por sua vez, quem perde nessa batalha infelizmente é o mais oprimido, com salários indignos aliado com um descaso dos políticos nessas questões.

Urge, portanto, medidas a fim de solucionar a problemática. É imprescindível que o Ministério do trabalho aliado com os sindicatos evite as terceirizações, respeitando assim os direitos trabalhistas conquistados ao longo dos anos. É preciso também, uma pressão popular no congresso, a fim de barrar medidas as quais vão contra os trabalhadores. Dessa forma, ao respeitar o proletariado, a coesão do trabalho não se desintegrará.



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